4 lojas online que vai curar seu vício em Zara

Você entra no mínimo duas vezes por semana à sua página web e outras tantas na loja que está a caminho de sua casa. Reconhece qualquer de suas peças no corpo de seus amigos e você tem a Affinity Card acima do resto de seus cartões. Desculpe dizer-lhe que sim, todos os sintomas indicam que você é um viciado em Zara. Mas calma, a doença não é tão grave como parece e, por sorte, há cura. Por isso hoje em TELVA se recetemos 5 alternativas que se demonstraram que outra forma de comprar moda é possível.


Tictail


Tictail é um mercado social que reúne marcas independentes de 140 países de todo o mundo. Os compradores desta plataforma podem procurar e se conectar com sua comunidade global de assinaturas e ser os primeiros a descobrir a nova geração de grandes nomes da moda, arte ou decoração. Uma boa forma de se diferenciar e encontrar peças originais, uma vez que contribuiu para empurrar a carreira de novos criados.


Armário clone de suas amigas, curado.


Pixie Market


Sua coleção de roupas limpas e primorosamente confeccionado é uma verdadeira descoberta para os gourmets da moda. Peças que seguem 100% as tendências , mas que ainda respiram um ar de intemporalidade. Os preços são bastante mais elevados do que os da Zara, mas sem chegar a ser proibitivos, farão com que a reflexões muito mais a cada capricho que você quer dar-te.


– Comprar sem pensar, curado.


Como se vestir nesta temporada, além da Zara

As nossas 10 peças favoritas que encontrar nestas lojas.Álbum

Amazon


O portal que ter o cuidado seus livros ou você faz a compra, é também uma boutique online com muito mais assinaturas do que você imagina. Mais de 350 marcas como Levi’s, Antik Batik, TCN, Roberto Verino ou Ecoalf em uma clara aposta da moda nacional e eco-friendly. Um novo perfil de consumidor que a partir do Amazon denominados como feelgooders, aquelas pessoas que gostam de cuidar de si mesmas, mas também de seu ambiente. Se você está em processo de aprender a ser responsável com suas compras, este é o seu lugar.


Consumismo acervado, curado.


Zalando


Se você não pode (nem quer negar) de sua veia mais trendsetter, este site lhe dará a sua dose de fashionismo diária. Sua seção de Street Style, traz muitas idéias que você pode imitar com a seleção de peças que o acompanham, todas de empresas de ponta, como Topshop, Mint&Berry, Object… E designers como Tommy Hilfiger, Michael Kors, ou See by Chloé. Agora, além disso, a loja online tem ampliado sua oferta de marcas masculinas.


-Síndrome do “não tenho nada para vestir”, curado.


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‘Anisakis’, uma ‘bomba’ alergénica

Um estudo realizado pelo Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) demonstrou a existência de numerosas sequências de genes de alérgenos alimentares, tanto próprias como de outros seres vivos, no genoma de nematóides do gênero anisakis.


Os resultados do trabalho, publicado na revista “BMC Genomics’, poderiam ajudar a tratar as reações alérgicas causadas por este parasita.


O estudo centra-se no estudo genético de duas espécies de anisakis, a ‘A. simplex stricto sensu’ e ‘A. pegreffii’, e do híbrido entre ambos. Estas duas espécies, juntamente com uma terceira chamada ‘A. berlandi’, são as principais responsáveis pela doença conhecida como anisakiasis.


“As espécies estudadas não são as únicas que têm alérgenos característicos, as larvas híbridas entre ambas carregam sua própria bateria de alérgenos, aspectos que até agora não tinham sido levados em consideração e que servirão como marcadores epidemiológicos para avaliar as áreas de incidência de anisakiasis”, explica o pesquisador do CSIC Afonso Navas, do Museu Nacional de Ciências Naturais, coordenador do estudo.


Os 509 alérgenos de origem alimentar descritos até o momento, correspondentes a fungos, animais e plantas, os pesquisadores têm procurado homólogos dos transcriptomas das espécies analisadas neste estudo. Os resultados mostram que, com uma semelhança próxima a 100%, 937 sequências de proteínas correspondentes a 121 alérgenos diferentes.


“Isso poderia explicar os casos de sensibilização ou reação cruzada de pacientes de anisakiasis frente a outras fontes de alérgenos, ou de pessoas que, estando tratadas como alérgicos a outros agentes, manifestam-se os sintomas e estes após serem expostos a anisakis. Tudo indica que esses nematóides são uma bomba alergênica”, acrescenta Navas.


A anisakiasis está emergindo como um importante problema epidemiológico e é caracterizada por manifestações agudas de epigastralgia, náuseas, dor abdominal, diarréia e processos alérgicos muito severos. Foram relatados mais de 20.000 casos de anisakiasis em todo o mundo desde 1960, com incidências mais elevadas em áreas como o Japão, os Países Baixos, França, Espanha, Alemanha e Califórnia, onde o peixe cru é consumido tradicional ou cada vez mais.


Dado o uso generalizado de peixe cru em forma de sushi e sashimi, Japão tem no entanto, a maior prevalência de anisakiasis gástrica. Em Portugal, onde ‘Anisakis spp’ é considerado um problema de saúde emergente; foi informado que a taxa de infecção varia entre 0,43 e 22 por cento em peixes, que chegam ao mercado, com taxas muito altas de infecção em espécies particulares.


Embora o peixe infectado com larvas desta espécie congela para matar o parasita, as pessoas sensibilizadas para anisakis podem mostrar sintomas, apesar de que se tenha levado a cabo uma certa congelamento.


Este trabalho estabelece um quadro de referência do genoma e proteómico para encontrar o resto das 12 espécies que, no total, formam o gênero anisakis, assim como outros gêneros de nematóides da família Resumo com interesse sanitário e econômico para a sociedade.


“Agora temos uma ferramenta que permitirá afinar muito mais no controle da doença. Saber que espécie de Anisakis provocaram a reação, o potencial alérgeno estas e a espécie de peixe que se encontravam ajudá-lo a tratar as reações alérgicas por anisakis e o papel destes nematóides nas reações cruzadas ou na sensibilização a outros alérgenos”, conclui o pesquisador.