Óleos para o cabelo: o que são e como se aplicam?

O que são os óleos para o cabelo?

Os óleos vegetais são ricos em ácidos graxos insaturados e possuem efeitos calmantes, tonificantes e regeneradores, que são indispensáveis para nutrir o couro cabeludo e protegê-lo reconstituyendo a camada lipídica. Além disso, ajudam a proteger do envelhecimento precoce e as agressões externas.

Como se aplica o óleo?

Em primeiro lugar, realiza uma massagem suave no couro cabeludo e aplica o óleo da raiz até as pontas. Não te assustes! Embora pareça mentira, o fato de aplicá-lo nas raízes não apelmazará nem engrasará o seu cabelo.

Uma vez aplicado o óleo, recógete o cabelo e deixe agir durante toda a noite ou, no mínimo, duas horas. Na manhã seguinte, lave o seu cabelo de forma normal. O notará a mudança desde o primeiro minuto!

Você é aplicado com o cabelo seco ou úmido?

Sempre que aplicar sobre o cabelo seco. Lembre-se que a água e o óleo se repelem, por isso, se você aplicar sobre o cabelo húmido, não penetrará no couro cabeludo e não irá conseguir os efeitos desejados.

Posso sair na rua se eu apliquei o óleo no cabelo?

Não! A todo o custo que evitar expor o cabelo umedecido com óleo aos raios solares, calor ou o frio. Assim que, quando se introduz a aplicá-lo, certifique-se de que você não vai precisar sair de casa.

Qual a quantidade de óleo que devo colocar?

Simplesmente aplique a quantidade necessária para cobrir todo o cabelo desde as raízes até as pontas.

Com que frequência é conveniente aplicá-lo?

Depende do estado do seu cabelo. Em geral, se você está saudável, você pode aplicar o óleo a cada duas semanas para mantê-lo hidratado. Se está danificado ou quebradiço, você pode aplicá-la uma vez por semana sem nenhum problema.

Será que o óleo lubrifica o cabelo?

Para nada. Os óleos são baixos em ácidos graxos saturados, que ajudam a regular o excesso de água dos cabelos oleosos. Além disso, são ricos em vitaminas lipossolúveis, omega 6, antioxidantes e ácido linoleico, e possuem uma função protetora que fica nas camadas superficiais do cabelo e uma ação reguladora sebácea.

Posso aplicar o óleo sobre o cabelo tingido?

É claro! De fato, é aconselhável aplicar uma vez por semana, já que o cabelo tingido com corantes químicos está bastante castigado, e você precisa recuperar sua saúde.

Posso usar óleo se estou grávida?

Se você está grávida, como se você se encontra em outra época de mudança hormonal, como o pós-parto ou a menopausa, aplicar óleo vai ajudar a fortalecer o cabelo e, assim, evitar a sua queda.

Qual é o melhor óleo para o cabelo quebradiço?

O cabelo quebradiço precisa de um óleo antioxidante e regenerador, que é um ideal, com base de semente de uva. Restaura a cutícula do cabelo de forma espetacular.

E para um cabelo muito seco?

Os cabelos muito secos precisam de um óleo rico em vitamina E, é por isso que um de gergelim será perfeito para trazer de volta a vitalidade e o brilho.

Há um óleo adequado para qualquer tipo de cabelo?

O óleo puro de coco é o mais aconselhável para todo o tipo de cabelo, já que penetra e nutre em profundidade.

Existe algum óleo “anticanas”?

Mas não é milagroso, o óleo de amla, que é extraído de um fruto tradicional da Índia, retarda o aparecimento de cabelos brancos. Além disso, possui propriedades anti-inflamatórias, perfeitas para o couro cabeludo.

Como é bom azeite?

É claro! O azeite de oliva virgem é rico em vitamina E, o que é ótimo para fortalecer o cabelo e rejuvenecerlo. Além disso, também contém vitamina A, que melhora a regeneração celular, e vitamina C, que estimula a formação de colágeno.

Posso aplicar óleo no corpo?

Sim, Claro! A pele tem uma grande permeabilidade, o que o óleo hidrata a partir das camadas mais profundas.

Óleos essenciais para melhorar a saúde do seu cabelo

Os óleos essenciais podem ser usados para o cuidado do cabelo. Podem favorecer o crescimento, fortalecê-la, acalmar um couro cabeludo irritado ou também ajudar o cabelo seco ou muito oleoso.

Óleos essenciais para acelerar o crescimento do cabelo

O cabelo cresce geralmente entre 0,8 e 1 cm por mês. É composto por duas partes, a raiz e o caule. A raiz encerra o bulbo, que é alimentado por meio dos vasos sanguíneos. Estes últimos lhe fornecem os nutrientes necessários. São estes nutrientes que atuam na produção da melanina – responsável pela cor do cabelo – e de queratina – que garante uma boa resistência do cabelo. A segregação permanente de queratina faz com que cresça para dentro.

Para favorecer o crescimento do cabelo, podem-se usar diferentes óleos essenciais. Como regra geral você tem que esfregar com óleos essenciais diluídos antes de cada lavagem. Deixamos agir por uns quinze minutos antes de lavar com um shampoo suave.

Podemos diluir 5 gotas de óleo essencial de Baía de Saint-Thomas. Este óleo, dosificado em um máximo de 0,5 %, tonifica e produz um efeito de calor.

O óleo essencial de hortelã-pimenta também tem efeitos benéficos. Favorece um crescimento mais rápido ao estimular a circulação sanguínea do couro cabeludo. O bulbo recebe bem mais nutrientes e o cabelo cresce mais rápido.

O óleo essencial de limão fortalece as paredes dos vasos sanguíneos e fluidifica o sangue. Traz vitalidade e crescimento do cabelo. Os óleos essenciais não devem ser usados diretamente puros sobre o cabelo.

Óleos essenciais para fortalecer o cabelo

Como complemento de uma alimentação variada e equilibrada, os óleos essenciais podem voltar a dar vigor ao cabelo. Podemos aplicar 10 gotas de óleo essencial de alecrim cineol diluídas em uma base neutra. Esta preparação é aplicada em todos os longos cabelos massageando cada mecha para que penetre bem. Deixamos repousar durante uma hora protegido com uma toalha quente antes de lavar com um shampoo suave. Podem diluir 10 gotas de óleo essencial de salvia sclarea em um óleo vegetal. Mesmo que o cabelo seja uma fibra completamente inanimada, é testemunha de nosso estado geral de saúde.

Óleos essenciais para acalmar o couro cabeludo

O couro cabeludo pode estar provocado pela poluição, por uma má alimentação, stress, fadiga. Usar alguns óleos essenciais pode ajudar a acalmá-lo. Os óleos essenciais de alecrim e lavanda são especialmente eficazes. Basta diluir algumas gotas no shampoo, usá-lo em um spray ou diluir em óleo vegetal.

O óleo essencial de gerânio do Egito é um excelente adstringente da epiderme, um tônico cutâneo e linfático. Também tem virtudes antibacterianas, antifúngicas e ajuda à regeneração das células. Permite acalmar de forma eficaz o couro cabeludo irritado.

Os óleos essenciais de lavandula abrial, de lavanda fina e de sementes de laranja também são recomendados. Também tem um efeito relaxante e calmante. Como os outros óleos essenciais, que não devem ser utilizados puros sobre o cabelo, mas diluídos em óleo vegetal de jojoba ou de abacate.

Óleos essenciais para o cabelo muito seco

O cabelo pode estar seco, quando lhe faltarem lipídios e quando a atividade das glândulas sebáceas não é suficientemente eficaz. Há que reequilibrar essas insuficiências.

Para isso, é especialmente eficaz o óleo essencial de ylang-ylang. Tem um efeito regulador da secreção de sebo e uma acção purificante. É utilizado diluído em óleo vegetal que aplicar mecha a mecha antes de lavar o cabelo com um shampoo suave.

O óleo essencial de katafray também é muito eficaz.

Óleos essenciais para o cabelo muito oleoso

O sebo do couro cabeludo é uma película de gordura que está no comprimento do cabelo para dar maciez e brilho. A superprodução de sebo pode ser devido a um desajuste hormonal, ao estresse, à má alimentação, a poluição, os raios ultravioletas, etc.

Para tratar o cabelo oleoso, podemos usar os óleos essenciais de bergamota, limão, cedro-do-Atlas de toranja, de salvia sclarea ou de louro nobre, à razão de 2 ou 3 gotas em uma noz de shampoo.

O óleo essencial de avelã também permite regular a produção de sebo e de alimentar o cabelo sem deixar uma película oleosa.

4 lojas online que vai curar seu vício em Zara

Você entra no mínimo duas vezes por semana à sua página web e outras tantas na loja que está a caminho de sua casa. Reconhece qualquer de suas peças no corpo de seus amigos e você tem a Affinity Card acima do resto de seus cartões. Desculpe dizer-lhe que sim, todos os sintomas indicam que você é um viciado em Zara. Mas calma, a doença não é tão grave como parece e, por sorte, há cura. Por isso hoje em TELVA se recetemos 5 alternativas que se demonstraram que outra forma de comprar moda é possível.


Tictail


Tictail é um mercado social que reúne marcas independentes de 140 países de todo o mundo. Os compradores desta plataforma podem procurar e se conectar com sua comunidade global de assinaturas e ser os primeiros a descobrir a nova geração de grandes nomes da moda, arte ou decoração. Uma boa forma de se diferenciar e encontrar peças originais, uma vez que contribuiu para empurrar a carreira de novos criados.


Armário clone de suas amigas, curado.


Pixie Market


Sua coleção de roupas limpas e primorosamente confeccionado é uma verdadeira descoberta para os gourmets da moda. Peças que seguem 100% as tendências , mas que ainda respiram um ar de intemporalidade. Os preços são bastante mais elevados do que os da Zara, mas sem chegar a ser proibitivos, farão com que a reflexões muito mais a cada capricho que você quer dar-te.


– Comprar sem pensar, curado.


Como se vestir nesta temporada, além da Zara

As nossas 10 peças favoritas que encontrar nestas lojas.Álbum

Amazon


O portal que ter o cuidado seus livros ou você faz a compra, é também uma boutique online com muito mais assinaturas do que você imagina. Mais de 350 marcas como Levi’s, Antik Batik, TCN, Roberto Verino ou Ecoalf em uma clara aposta da moda nacional e eco-friendly. Um novo perfil de consumidor que a partir do Amazon denominados como feelgooders, aquelas pessoas que gostam de cuidar de si mesmas, mas também de seu ambiente. Se você está em processo de aprender a ser responsável com suas compras, este é o seu lugar.


Consumismo acervado, curado.


Zalando


Se você não pode (nem quer negar) de sua veia mais trendsetter, este site lhe dará a sua dose de fashionismo diária. Sua seção de Street Style, traz muitas idéias que você pode imitar com a seleção de peças que o acompanham, todas de empresas de ponta, como Topshop, Mint&Berry, Object… E designers como Tommy Hilfiger, Michael Kors, ou See by Chloé. Agora, além disso, a loja online tem ampliado sua oferta de marcas masculinas.


-Síndrome do “não tenho nada para vestir”, curado.


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‘Anisakis’, uma ‘bomba’ alergénica

Um estudo realizado pelo Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) demonstrou a existência de numerosas sequências de genes de alérgenos alimentares, tanto próprias como de outros seres vivos, no genoma de nematóides do gênero anisakis.


Os resultados do trabalho, publicado na revista “BMC Genomics’, poderiam ajudar a tratar as reações alérgicas causadas por este parasita.


O estudo centra-se no estudo genético de duas espécies de anisakis, a ‘A. simplex stricto sensu’ e ‘A. pegreffii’, e do híbrido entre ambos. Estas duas espécies, juntamente com uma terceira chamada ‘A. berlandi’, são as principais responsáveis pela doença conhecida como anisakiasis.


“As espécies estudadas não são as únicas que têm alérgenos característicos, as larvas híbridas entre ambas carregam sua própria bateria de alérgenos, aspectos que até agora não tinham sido levados em consideração e que servirão como marcadores epidemiológicos para avaliar as áreas de incidência de anisakiasis”, explica o pesquisador do CSIC Afonso Navas, do Museu Nacional de Ciências Naturais, coordenador do estudo.


Os 509 alérgenos de origem alimentar descritos até o momento, correspondentes a fungos, animais e plantas, os pesquisadores têm procurado homólogos dos transcriptomas das espécies analisadas neste estudo. Os resultados mostram que, com uma semelhança próxima a 100%, 937 sequências de proteínas correspondentes a 121 alérgenos diferentes.


“Isso poderia explicar os casos de sensibilização ou reação cruzada de pacientes de anisakiasis frente a outras fontes de alérgenos, ou de pessoas que, estando tratadas como alérgicos a outros agentes, manifestam-se os sintomas e estes após serem expostos a anisakis. Tudo indica que esses nematóides são uma bomba alergênica”, acrescenta Navas.


A anisakiasis está emergindo como um importante problema epidemiológico e é caracterizada por manifestações agudas de epigastralgia, náuseas, dor abdominal, diarréia e processos alérgicos muito severos. Foram relatados mais de 20.000 casos de anisakiasis em todo o mundo desde 1960, com incidências mais elevadas em áreas como o Japão, os Países Baixos, França, Espanha, Alemanha e Califórnia, onde o peixe cru é consumido tradicional ou cada vez mais.


Dado o uso generalizado de peixe cru em forma de sushi e sashimi, Japão tem no entanto, a maior prevalência de anisakiasis gástrica. Em Portugal, onde ‘Anisakis spp’ é considerado um problema de saúde emergente; foi informado que a taxa de infecção varia entre 0,43 e 22 por cento em peixes, que chegam ao mercado, com taxas muito altas de infecção em espécies particulares.


Embora o peixe infectado com larvas desta espécie congela para matar o parasita, as pessoas sensibilizadas para anisakis podem mostrar sintomas, apesar de que se tenha levado a cabo uma certa congelamento.


Este trabalho estabelece um quadro de referência do genoma e proteómico para encontrar o resto das 12 espécies que, no total, formam o gênero anisakis, assim como outros gêneros de nematóides da família Resumo com interesse sanitário e econômico para a sociedade.


“Agora temos uma ferramenta que permitirá afinar muito mais no controle da doença. Saber que espécie de Anisakis provocaram a reação, o potencial alérgeno estas e a espécie de peixe que se encontravam ajudá-lo a tratar as reações alérgicas por anisakis e o papel destes nematóides nas reações cruzadas ou na sensibilização a outros alérgenos”, conclui o pesquisador.