Libid Gel o produto que está dando o que falar!

A ansiedade de muitos homens em busca de um pênis maior e mais potente tem feito a indústria lançar novas tendências periodicamente. São produtos como o Libid Gel que prometem atender aos anseios masculinos. Mas será que todos são bons mesmo?

Dentre os tratamentos mais simples e rápidos de fazer, está o uso de géis penianos.

Pela praticidade do uso, o homem tem plena liberdade para usar o gel com privacidade ou acompanhado de sua/seu companheira.

Por tratarem-se de alternativas naturais, eles não oferecem efeitos colaterais. Ao contrário de pílulas que já resultaram até mesmo em casos de óbito pela aceleração cardíaca.

Libidgel

Hoje vamos bater um papo franco sobre Libid Gel que está fazendo muito sucesso na internet.

Este é o gel número 1 em vendas e eu quis pagar pra ver os motivos. Compartilharei meus resultados com vocês.

Libid Gel : gel estimulante para a ereção

A ereção acontece no pênis por conta de inúmeros fatores fisiológico e psicológicos.

É preciso o equilíbrio entre a liberação de hormônios como a testosterona livre. Além disso, substâncias como o óxido nítrico melhoram a circulação sanguínea na região pélvica.

Se o homem está muito cansado, fatigado, passando por problemas financeiros ou de qualquer outra ordem, esse balanço pode ser afetado. A ereção fica mais “mole” do que deveria ou então simplesmente nem acontece.

A esses casos, classificamos como impotência sexual ou disfunção erétil, também conhecida como DE. O que o Libid Gel faz é combinar a mistura certa de ervas medicinais, afrodisíacos e vitaminas.

Juntos eles ajudam o homem a ter pleno controle sobre o próprio corpo novamente.

Além de auxiliar no enrijecimento do pênis para a penetração, Libid Gel funciona ainda como um tratamento para o crescimento da largura e comprimento do órgão masculino. Já já vocês entenderão como isso acontece.

Resultados do Libid Gel

Ao usar Libid Gel com frequência, preferencialmente todos os dias, começamos a notar algumas mudanças significativas com relação ao pênis.

Ele fica ereto com mais rapidez, aumenta o seu volume e fica mais sensível para o prazer.

Os problemas de impotência sexual e/ou ejaculação precoce deixam de ser uma pedra no caminho do homem.

Passamos a ter um pênis realmente duro e pronto para a masturbação ou para a atividade sexual.

Os orgasmos ficam mais intensos e volumosos. Isso é fruto do estímulo do gel na genitália. O pênis incha e esse aumento tende a permanecer mesmo quando voltar à flacidez natural.

O pênis fica esteticamente mais atraente e uniforme. Além, é claro, de estar visivelmente mais robusto. Isso deixa ambos envolvidos na transa com muito mais tesão.

Ingredientes da fórmula

Para entender como Libid Gel funciona, é indispensável conferir os ingredientes presentes no seu princípio ativo. São eles os responsáveis pelos resultados que tanto têm feito sucesso.

Os que mais se destacam são 4:

  • GINKGO BILOBA

Uma erva que ativa a circulação sanguínea, aumentando o fluxo de sangue para o pênis e deixando-o muito mais “inchado” do que antes;

  • PIMENTA

Um afrodisíaco poderoso que aquece levemente a genitália, provocando a libido e trazendo um prazer intenso e duradouro;

  • MARAPUAMA

Uma planta medicinal poderosa que é chamada de Viagra natural pelo efeito anti impotência e anti ejaculação precoce;

  • ALOE VERA

Proveniente da babosa, o Aloe Vera tem altos índices de cicatrizantes na sua composição, sendo o aliado perfeito para manter a expansão peniana.

Libid Gel funciona mesmo?

Sim! Esse gel tem sido recomendado por todos que experimentaram pois ele melhora a vida sexual do homem e respectiva(o) parceira(o).

Libid Gel aumento de libido

Tanta é a sua qualidade que ele já chegou no Brasil com selo de aprovação da Anvisa e do Ministério da Saúde.

Ele é indicado para qualquer pessoa, sem qualquer restrição ou contraindicação. Por ser 100% natural, não oferece riscos nem reações adversas indesejadas.

Testemunhos de quem experimentou

Encontramos facilmente testemunhos de homens de atitude que não têm vergonha de revelar seus resultados com Libid Gel . Eles estão na redes sociais, sites especializados e em grupos de conversa masculinos.

Como Libid Gel mudou minha vida

E já que estamos falando em testemunhos, chegou a hora de eu oferecer o meu. Minha experiência com Libid Gel foi fenomenal, desde a aquisição, passando pela entrega até o uso e resultados.

Não tive qualquer problema ao efetuar os trâmites online e senti minha privacidade sendo respeitada a todo tempo. A empresa é bem discreta, tanto que nem veio o nome do produto na caixa da encomenda.

Ao abrir a embalagem, me deparei com o meu novo melhor amigo. Uso todos os dias e tenho sido recompensado com ereções cada vez mais fortes.

Além disso, meu pênis já cresceu 4 cm e, como se não bastasse, tenho perspectiva de um aumento ainda maior pois nem terminei o primeiro frasco.

Enquanto isso… no Reclame Aqui

Pelo visto não sou o único com opiniões favoráveis ao produto. Fiz questão de olhar como está a reputação do HOT GROW no Reclame Aqui e não encontrei quaisquer menções negativas.

Isso é algo bem difícil de se conquistar naquele site de consumidores enfurecidos com tudo e todos.

Quer comprar Libid Gel ? Está em promoção!

Para quem tiver interesse em comprar Libid Gel assim como fiz, há 3 promoções rolando:

  • Kit Básico – compre 1 frasco e leve outro grátis com 10% de desconto;
  • Kit Advance – compre 2 frascos e leve outros 2 grátis com 35% de desconto;
  • Kit Premium – compre 3 frascos e leve outros 3 grátis com 60% de desconto.

Das 3 ofertas, as que mais chamam a nossa atenção são as dos kits Advance e Premium. A relação entre custo e benefício é incrível e vale a pena o investimento.

Vale lembrar ainda que, ao fazer a transação diretamente com a empresa, além dos descontos temos a garantia de um produto livre de falsificações.

Sempre prefira o original, pois a qualidade e a procedência são melhores e bem fiscalizadas.

E esse desconto, tá disponível no link logo abaixo:

Assim eu encerro o post de hoje, na expectativa de que vocês tenham gostado das minhas dicas. Espero vê-los novamente em breve por aqui! Tchau!

‘Imbruvica’ (Janssen), juntamente com rituximab, é eficaz no tratamento da macroglobulinemia de Waldenström

O tratamento com ibrutinib, registrado por Janssen Pharmaceutical Companies of Johnson & Johnson, com o nome de ‘Imbruvica’, em combinação com rituximab, é eficaz em pacientes com macroglobulinemia de Waldenström (MW) na reincidência ou refratária e não tratados previamente, de acordo com os resultados de uma análise intermédio planejado de antemão do estudo fase 3 ‘inovar’ (‘PCYC-1127’), apresentados no encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia (ASCO, na sigla em inglês), realizada recentemente em Chicago (Estados Unidos).

Em particular, o estudo atingiu seu critério de classificação principal demonstrando uma melhoria clínica e estatisticamente significativa da sobrevida livre de progressão (SLP) em pacientes tratados com ibrutinib mais rituximab em comparação com aqueles que receberam placebo mais rituximab. A combinação de ibrutinib com rituximab reduziu significativamente o risco de progressão da doença ou morte em 80 por cento, comparada com a de placebo e rituximab.

Além disso, os critérios de avaliação secundários, incluindo a taxa de respostas, o tempo até o próximo tratamento, a melhoria sustentada da hemoglobina e o número de pacientes com efeitos adversos apoiaram o critério de classificação principal. Com base nesses resultados, um comitê independente de monitorização de dados, recomendou o desmascarar do estudo ‘inovar’ no final do ano passado.

Ibrutinib, é o primeiro inibidor da tirosina quinase de Bruton (BTK) de seu grupo, desenvolvido e comercializado pela Janssen Biotech e Pharmacyclics LLC, uma empresa de Abbvie. “Esses dados demonstram que o tratamento com ibrutinib mais rituximab produziu-se uma notável melhoria da sobrevivência livre de progressão em pacientes com macroglobulinemia de Waldenström em todas as linhas de tratamento, independentemente dos subtipos de pacientes, em comparação com placebo mais rituximab”, comentou o principal do estudo ‘inovar’, Meletios A. Dimopoulos.

E é que, prossegue o pesquisador, não só constatou-se uma diferença estatística e clínica notável quanto à eficácia em comparação com rituximab em monoterapia, mas que a combinação de ibrutinib e rituximab não deu lugar a qualquer sinal de segurança imprevista.

Em julho de 2015, ibrutinib recebeu a autorização da Comissão Europeia (CE) como opção de tratamento para pacientes adultos com MW que receberam pelo menos um pré-tratamento ou tratamento de primeira linha em pacientes em que a imuno-quimioterapia não é considerada adequada, tornando-se o primeiro tratamento aprovado pela CE para este raro linfoma B.

3.780 idosos foram vítimas de violência, entre janeiro e outubro de 2017

Um total de 3.780 pessoas de mais de 65 anos de idade foram vítimas de violência entre os meses de janeiro e outubro, inclusive, de 2017, de acordo com dados fornecidos pelo Governo e que, além disso, se mantêm na média dos últimos sete anos.


O Executivo forneceu estas informações em resposta a uma pergunta parlamentar realizada pelo deputado socialista Miguel Ángel Heredia, porta-voz em matéria de Pesca, que questionou o Executivo sobre as estatísticas de violência contra os idosos, a partir de 2011 até a atualidade.


Concretamente, há sete anos, o número de vítimas de violência com mais de 65 anos era de 3.603, um número que tem vindo a aumentar –3.605, em 2012; 3.820, em 2013; e 3.933, em 2014– até chegar aos 4.316, em 2015, o número mais alto registrado neste período. Em 2016, o número reduziu-se ligeiramente, até os 4.098.


Em sua resposta, recolha-se pela Europa Press, o Governo reconhece que este é um assunto que merece a atenção e a resposta de toda a sociedade e que é necessária uma “política pública específica e ambiciosa” que se inclua no âmbito da Estratégia Nacional para as Pessoas Idosas que, atualmente, está em processo de elaboração.


Para o PSOE, o que Portugal precisa é de trabalhar “na prevenção, através da formação de cuidadores, familiares e os próprios idosos.” Para isso, exige um Plano específico para reduzir esse problema que, segundo Heredia, aumentou em matéria de denúncias 26 por cento desde a chegada do presidente do Governo, Mariano Rajoy, na Ocasião.


O deputado socialista lembrou que a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece que o abuso contra os idosos é um problema importante de saúde pública. Este tipo de violência é, fundamentalmente, psicológica, mas podem ocorrer episódios que vão desde as faltas de respeito a lesões e agressões.


Além disso, indica que a Confederação Espanhola de Organizações Maiores (CEOMA) só será notificado de um a cada 24 casos de maus-tratos a pessoas idosas, uma vez que não sabem como denunciar, temem as conseqüências que essa denúncia terá sobre a sua situação pessoal e, na maioria dos casos, desconhecem que estão sendo vítimas de abuso ou maus-tratos.


“Para tudo isso, é que apesar das dificuldades com que se deparam na hora de comunicar situações de abuso ou maus-tratos. Muitas vezes essas pessoas não estão nas melhores condições para chegar reclamar”, disse Heredia.

‘Hemlibra’ (Roche) reduz em 96% das hemorragias em doentes com hemofilia A, sem inibidores

Publicado 22/05/2018 14:40:56CET

MADRI, 22 Abr. (EUROPA PRESS) –

Emicizumab, registrado pela Roche com o nome de ‘Hemlibra’, reduz em cerca de 96 por cento das hemorragias tratadas contra a não-prevenção em pessoas com hemofilia sem inibidores do fator VIII, segundo os resultados do estudo fase III ‘Haven 3’, apresentados no Congresso da Federação Mundial de Hemofilia (WFH, por suas siglas em inglês), que nestes dias se celebra em Glasgow (Escócia).

“Emicizumab é o primeiro medicamento que apresenta uma eficácia superior ao tratamento atual padrão de profilaxia com agentes do fator VIII, com uma redução estatisticamente significativa nas hemorragias tratadas na comparação intra-paciente do estudo ‘Haven 3′”, diz o doutor da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Witwatersrand e NHLS em Joanesburgo (África do sul), Johnny Mahlangu

No referido estudo, os adultos e os adolescentes de 12 anos de idade ou mais sem inibidores do fator VIII que receberam profilaxia com emicizumab, a cada semana ou a cada duas semanas, mostraram uma redução de 96% e 97 por cento nas hemorragias tratadas, respectivamente, em comparação com aqueles que não receberam profilaxia.

Além disso, o 55,6 por cento dos pacientes tratados com emicizumab cada semana e 60 por cento dos que receberam esta terapia a cada duas semanas não tiveram hemorragias, em comparação com o zero por cento os que não receberam nenhuma profilaxia.

Do mesmo modo, em uma comparação intra-paciente, em que aqueles que participaram anteriormente em um estudo prospectivo não intervencionista (ENI), a profilaxia com emicizumab uma vez por semana mostrou uma eficiência superior em comparação com a profilaxia com agentes do fator VIII, o que é a terapia padrão em pacientes com hemofilia A, sem inibidores do fator VIII, tal como o demonstra uma redução de 68 por cento nas hemorragias tratadas.

Além disso, o 93,7 por cento de todos os participantes que completaram uma pesquisa de preferência de tratamento optaram por emicizumab em frente ao tratamento prévio, com 97,8 por cento dos que participaram na comparação intra-paciente que preferiu emicizumab a sua profilaxia prévia com agentes do fator VIII. Não se manifestaram eventos adversos (EA) inesperados ou graves relacionados com emicizumab, e os EA mais frequentes foram consistentes com estudos anteriores.

“Estes novos dados de referência mostram que emicizumab controle das hemorragias em pacientes, ao mesmo tempo em que oferece a flexibilidade dos tratamentos subcutâneos, que necessitam de doses menos freqüentes. Com estes dados, atualmente contamos com resultados positivos dos quatro estudos de fase III que reforçam a eficácia e segurança desta terapia e seu potencial para melhorar o atendimento de todos os pacientes com hemofilia”, comentou a chief medical officer e responsável pelo Desenvolvimento Global de Produtos da Roche, Sandra Horning.

Por outro lado, no estudo fase III ‘Haven 4’ de um só braço, com adultos e adolescentes com 12 anos de idade ou mais, com ou sem inibidores do fator VIII que receberam profilaxia com emicizumab a cada quatro semanas atingiram uma média anualizada de sangramento tratadas de 0,0, com 56,1 por cento dos pacientes que não tiveram nenhuma hemorragia e 90,2 por cento que sofreram três ou menos sangramento tratadas.

Estes resultados demonstram que a administração de emicizumab a cada quatro semanas, você pode fornecer um controle clinicamente significativo das hemorragias em doentes com hemofilia A com ou sem inibidores do fator VIII.

Além disso, todos os pacientes que responderam a uma pesquisa de preferência optaram por emicizumab em frente a sua pré-tratamento. Não se manifestaram a EA graves relacionados com esta terapia, e os mais comuns foram consistentes com estudos anteriores. A reação no local da injeção foi o mais freqüente, que ocorreu em nove participantes do estudo.

Por outro lado, também foram apresentados dados reais do ENI sobre o impacto da hemofilia na qualidade de vida relacionada com a saúde (CVRS) e a carga do tratamento atual (seja a pedido ou em profilaxia com agentes de derivação ou a terapia de reposição do fator VIII, dependendo do estado do inibidor e recomendações clínicas locais).

Os resultados de um corte do ENI, em crianças com hemofilia com inibidores do fator VIII, mostraram que viver com esta doença e seu manejo tem um impacto substancialmente negativo sobre a saúde física e emocional e é uma carga significativa para os prestadores de cuidados de saúde.

Em outro corte do ENI, com adultos e adolescentes com hemofilia sem inibidores do fator VIII, manifestaram uma maior qualidade de vida com o tratamento profilático com agentes de fator VIII em comparação com o tratamento episódico com agentes de fator VIII, segundo questionários validados como ‘Haem-A-QoL’ e ‘Haemo-QoL-SF’.

Além disso, a terapia profilática com agentes de fator VIII resultou em um menor número de dias escolares e de trabalho perdidos em comparação com o tratamento episódico. Este ENI representa um dos maiores estudos deste tipo realizado em pacientes com hemofilia A com ou sem inibidores do fator VIII, e recolheu dados prospeção de prática clínica real para seu uso como controle histórico válido para estudos de referência em doentes com hemofilia A.